quinta-feira, 15 de outubro de 2015

[Vídeo] Cirurgia de Vesícula Biliar Colecistectomia por Laparoscopía


O que é colecistectomia laparoscópica?

É o nome do procedimento cirúrgico para remover a vesícula biliar com as pedras através de pequenas incisões no abdome. Uma espécie de micro câmara é usada para mostrar a vesícula biliar e sua retirada através de uma pequena incisão abdominal de cerca de 1 cm. As vantagens são: pouca dor no pós-operatório, alta precoce, ótimo resultado estético e retorno quase imediato às atividades cotidianas.


Quais são os riscos da operação?

Colecistectomia laparoscópica é um procedimento muito seguro e comum. Estima-se que se fazem cerca de 700.000 dessas operações por ano nos Estados Unidos. No entanto, como em qualquer outro procedimento cirúrgico, as complicações podem ocorrer, como o sangramento e a infecção. Menos comumente podem ocorrer lesões de órgãos vizinhos ou dos canais biliares. Na presença de algumas condições, a operação pode requerer a conversão de uma laparoscopia para uma colecistectomia aberta. Você deve discutir estes riscos com mais detalhes com seu médico e anestesista.

Qual o preparo para a operação?

Uma avaliação completa será feita pelo seu médico. Alguns exames podem ser necessários antes de operar, como análises de sangue, eletrocardiograma (ECG) ou radiografia de tórax para verificar o seu coração e pulmões. O ultra-som abdominal é recomendado para verificar a presença de cálculos nas vias biliares. Se você usa medicações diariamente, comunique a seu médico. Antes da operação, nenhum alimento pode ser ingerido nas últimas oito horas. Procure alguém para conduzi-lo ao hospital no dia da cirurgia e levá-lo para casa quando receber alta hospitalar.

O que posso esperar no dia da cirurgia?

Chegue ao hospital no dia e hora marcados. Na internação, cadastre um termo de consentimento autorizando a equipe médica realizar a cirurgia. Você vai ser conduzido ao bloco cirúrgico, onde toda a equipe vai estar presente para recebê-lo. A operação dura em média 40 minutos. Após o término da operação, você vai ser conduzido para a sala de recuperação onde vai ter sua pressão arterial, pulso e respiração cuidadosamente monitorizados até que você esteja completamente desperto e com condições de ir ao seu apartamento. Dependendo de sua recuperação, poderá deixar o hospital no mesmo dia, ou na manhã seguinte.

O que eu posso esperar após a cirurgia?

Você será medicado com analgésicos, ingeridos por via oral em sua casa. Dê preferência a alimentos de mais fácil digestão, evitando comidas gordurosas na primeira semana. Você será orientado por seu médico no dia da alta com relação às atividades normais, como tomar banho, subir escadas, trabalhar, carregar peso, dirigir e ter relações sexuais. O ideal é voltar ao trabalho após uma semana. Porém, em alguns casos, o paciente poderá iniciar trabalhos leves após três dias da operação. Ligue e agende uma consulta de retorno no prazo de 1-2 semanas após a cirurgia. Pontos geralmente não precisam ser removidos já que as incisões são muito pequenas e as suturas usadas são absorvíveis.

Quando devo chamar meu médico?

Você deverá chamar seu médico se você apresenta algum dos seguintes sintomas: falta de ar ou tosse contínua, febre superior a 38 graus, drenagem persistente de secreções nas incisões, dor abdominal persistente que não alivia com as medicações prescritas, vômitos contínuos ou hemorragia.

Pós-Operatório

Após a retirada da vesícula biliar (colecistectomia), cada paciente deve seguir as recomendações que lhe foram fornecidas especificamente para seu caso.

A dieta deve ser leve, com base em alimentos cozidos e refeições fracionadas, em pequena quantidade.

Náuseas e vômitos podem ocorrer nas primeiras 12 horas. A ingestão de líquidos está liberada, mas não tome bebidas gaseificadas nem alcoólicas.

Evite ao máximo alimentos gordurosos. Sem a vesícula essa função fica prejudicada nos primeiros três meses. Após este período, ocorrerá uma adaptação e a ingestão de gordura é parcialmente liberada.

Evite ficar com constipação intestinal. Já no segundo dia faça um suco de laranja ou melancia e mamão. Se for preciso, use de um laxativo (Farlac, Tamarine ou Naturetti), até funcionar o intestino.
Não permaneça acamado, mas também não realize qualquer esforço físico sem o consentimento médico. Nos primeiros dias, evite passeios e aglomerações.

A dor pós-operátória é de pequena intensidade, muitas vezes não necessitando uso de medicação analgésica. Os curativos podem ser feitos apenas com fita tipo micropore, trocadas a cada três dias. As feridas podem ser lavadas com água e sabão neutro, secadas em seguida com uma toalha macia. Manter a região bem seca e usar roupa confortável.

Evite exposição solar sobre a ferida operatória no período de 180 dias. Caso seja inevitável, proteger as cicatrizes com fitas ou mesmo aplicar creme protetor.

Sinais de Alerta

A presença de febre constante superior a 38 graus, secreção purulenta na ferida operatória, icterícia (pele ou olhos amarelos), calafrios, falta de ar, vômitos ou dor que não melhoram com a medicação prescrita, deve ser comunicado à equipe médica ou se dirigir ao Pronto Socorro do hospital onde foi operado.

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[Vídeo] Cirurgia de Estrabismo, oblícuo superior

Estrabismo é um distúrbio que afeta o paralelismo entre os dois olhos, que apontam para direções diferentes. Ele pode ser classificado em convergente (esotropia), quando um ou ambos os olhos se movem para dentro, na direção do nariz; em divergente (exotropia), quando um ou os dois olhos se deslocam para fora e em vertical (hipertropia), quando o deslocamento ocorre para cima ou para baixo.

Esses desvios oculares podem ser constantes e ocorrer sempre no mesmo olho (monoculares) ou manifestar-se ora num, ora no outro olho (alternantes). Podem, ainda, ser intermitentes (surgem só de vez em quando) ou latentes, também chamados de forias, quando a perda do alinhamento só fica visível sob certas condições, o que ocorre nas fotografias, por exemplo.

O estrabismo pode surgir nos primeiros meses de vida, nas crianças maiores e nos adultos por diferentes razões. Até os três meses de idade, a falta de controle do movimento dos olhos não caracteriza a alteração.

Causas:

O movimento dos olhos é controlado por seis pares de músculos comandados pelos nervos cranianos que, por sua vez, estão conectados ao sistema nervoso central. Esses músculos precisam agir em perfeito equilíbrio e sincronia para que os olhos permaneçam alinhados.

Entretanto, alguns fatores podem comprometer esse funcionamento harmônico e provocar o estrabismo. Entre as causas prováveis, destacam-se: dificuldade motora para coordenar o movimento dos dois olhos; grau elevado de hipermetropia, que obriga forçar a aproximação dos olhos para compensar a dificuldade de visão (endotropia acomodativa) ; baixa visão em um dos olhos; doenças neurológicas (AVC, paralisia cerebral, traumas), genéticas (síndrome de Down), oculares (catarata congênita), infecciosas (meningite, encefalite), da tireoide, diabetes e hereditariedade.

Sintomas:

Os sinais do estrabismo variam de acordo com a idade em que a alteração se manifesta. Nos primeiros anos de vida, não há referência ao principal sintoma: a visão dupla ou diplopia. Ele não aparece nas crianças, porque elas desenvolvem um mecanismo de supressão e apagam a imagem formada pelo olho que sofreu o desvio. Como consequência, por desuso, não se desenvolve a região do cérebro responsável pela visão desse olho, e a imagem vai ficando cada vez mais fraca até desaparecer por completo. Essa perda progressiva da visão é conhecida por ambliopia.

No entanto, a diplopia é uma queixa sempre presente nos casos de estrabismo, que se manifestam mais tarde nas crianças maiores e nos adultos. Outros sintomas são a dor de cabeça e o torcicolo, uma inclinação da cabeça que a pessoa estrábica faz para poder enxergar melhor.

Diagnóstico:

O teste do reflexo para avaliar se o foco de luz está centralizado nas duas pupilas é fundamental para o diagnóstico do estrabismo. Outros exames oftalmológicos, como os de acuidade visual (teste padrão de listas), de fundo de olho, de oclusão e movimento ocular e para avaliar o tamanho do desvio (covertest) são úteis para confirmação o diagnóstico.

É sempre importante verificar se o aparente desvio dos olhos não é uma característica do pseudoestrabismo ou falso estrabismo, provocado por uma alteração anatômica bastante frequente. Ela ocorre quando a base do nariz é mais larga e a pele que recobre parte da esclera (o branco dos olhos) dão a falsa impressão de estrabismo.

Tratamento:

O tratamento do estrabismo começa pela correção das causas que provocaram o distúrbio. Quanto antes for instituído, melhores e mais rápidos serão os resultados. As medidas terapêuticas têm por objetivo principal corrigir os problemas visuais e incluem aplicação de colírios, uso de óculos, exercícios ortóticos para o fortalecimento dos músculos, tamponamento do olho com visão normal para estimular o outro com deficiência, especialmente nos casos de ampliopia, conhecidos popularmente como olho preguiçoso.

A cirurgia só é recomendada quando o desvio se mantém depois de corrigido o distúrbio que comprometia a visão. O tamanho do desvio é que determina se os músculos de apenas um ou dos dois olhos devem ser operados.

Em alguns casos selecionados, a aplicação de toxina botulinica representa uma alternativa para a correção do desvio.

Recomendações:


  • É um erro acreditar que o estrabismo desaparece com o crescimento. Assim que o desvio ocular for notado nas crianças, elas devem se encaminhadas para avaliação oftalmológica.
  • O estrabismo pode ser tratado e corrigido em qualquer idade, mas os resultados são sempre melhores se o tratamento for seguido à risca e precocemente iniciado. A falta de tratamento adequado pode reverter na perda total da visão do olho desviado.

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Jovem tem condição rara conhecida como “Doença do Anjos”, que deformou seu rosto

Conhecida como “Doença dos Anjos”, também chamada de “querubismo”, é uma lesão fibro-óssea hereditária. A condição afeta a mandíbula e a maxila, deformando o rosto. A perda da massa óssea que possibilita o aumento do volume, pelo crescimento do tecido fibroso, geralmente some quando a criança cresce.

Nos pacientes com querubismo, como Victoria, a condição permanece ao longo da vida. Aos quatro anos ela já mostrava traços do problema, com os dentes ficando fora do lugar. Por histórico familiar da doença, logo sua mãe notou que era mais um caso de Doença dos Anjos na família.




Doença dos Anjos é chamada assim por conta da aparência que as figuras místicas supostamente teriam, de acordo com os artistas renascentistas, com o rosto ovalado e bochechas grandes.


Durante sua juventude, Victoria sofreu humilhações de colegas de escola, mas afirma ser feliz e autoconfiante. “Já me ofereceram cirurgias para diminuir o tamanho de meu queixo, mas eu não acho que isso melhoraria minha aparência. Já me acostumei com ela”, disse ela, orgulhosa de quem é.

Fonte: Diário de Biologia Foto: Reprodução / Diário de Biologia


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Garoto tem corpo coberto de bolhas e quase fica cego após tomar o famoso antibiótico amoxicilina



Um menino de seis anos de idade, quase ficou cego após uma reação alérgica raríssima a antibióticos, com probabilidade de acontecer em 1 a cada 1 milhão de pessoas.

Declan Bitmead-Ellis, da Inglaterra, sofreu da condição Necrólise Epidérmica Tóxica (NET) com risco de vida, após tomar amoxicilina para tratar uma infecção por amigdalite. Pouco depois de tomar os comprimidos, há sete meses, todo o seu corpo desenvolveu bolhas e ele perdia a consciência por várias vezes.

Os pais, Ashleigh Ellis, de 28 anos, e Andy Bitmead, de 26, ficaram aterrorizados e procuraram por médicos, que disseram que ele poderia não sobreviver à condição, que possui uma taxa de mortalidade de 30%. Porém, ele superou seu problema e agora, mesmo sem poder abrir os olhos por conta de danos no revestimento de seus globos oculares, ele está bem e já frequenta a escola novamente.


Declan, após uma amigdalite, recebeu amoxicilina e logo em seguida passou mal, desenvolvendo uma erupção vermelha por todo o corpo e uma temperatura corporal perigosamente alta de 41 ºC. Já no hospital, sua pele começou a empolar e descascar, fazendo-o gritar de dor. Declan foi levado para o departamento de tratamento intensivo no Hospital Royal para crianças, em Bristol, onde os médicos usaram a Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) e lutaram para mantê-lo vivo.

A condição extremamente rara, muitas vezes, é desencadeada por uma reação alérgica a medicamentos e faz com que o sistema imunológico lute contra as células do próprio corpo. Como resultado, as células do sistema imunitário atingem células da pele, juntamente com o revestimento do pulmão, intestino, bexiga e olhos. Os médicos explicaram que o corpo de Declan estava queimando de dentro para fora e era preciso limpar a pele e mantê-lo hidratado, a fim de dar-lhe uma chance de vencer a doença. Eles também advertiram a mãe de que ele poderia não sobreviver. Ao longo dos dias, ele foi alimentado através de um tubo em seu nariz que lhe permitiu absorver os fluidos e proteínas que ele precisava.


O garoto foi colocado sob os cuidados da equipe de cirurgia plástica e queimaduras, e, diariamente, tinha curativos aplicados a sua pele para manter as feridas limpas e combater a infecção. Médicos de cuidados intensivos também o colocaram em respiração artificial, além de controlar coração e rins para se certificar de que eles estavam estáveis. Lentamente, ele recuperou sua força e depois de sete semanas no hospital, finalmente foi liberado para voltar para casa, ao lado de seus pais e seu irmão.

Porém, Declan foi deixado com sequelas. Ele teve problemas de visão permanentes como resultado da reação, e oftalmologistas têm alertado sua mãe que ele pode nunca mais recuperar a visão completa.


O cirurgião plástico do Hospital Royal Bristol para Crianças, Jon Pleat, disse: “Este foi um momento muito perigoso para Declan e um momento extremamente assustador para sua família. A única causa provável de sua doença foi o antibiótico. Dada a extensão de sua condição de uma em um milhão, ele teve a sorte de sobreviver. Este é um testemunho de sua personalidade forte, o apoio de sua família e os conhecimentos das muitas equipes que cuidaram dele no hospital”.

Fonte: Daily Mail Foto: Reprodução / Daily Mail

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Bebê que nasceu com tumor no cérebro surpreende médicos que não acreditavam na sua sobrevivência

No dia 5 de setembro de 2015, demos aqui no Bebê.com.br a notícia de um casal americano que fez um ensaio newborn para a filha que nasceu com um tumor no cérebro e, segundo os médicos, não iria viver por muito tempo. Felizmente, essa história não teve o final esperado pela ciência. E nós estamos aqui novamente para contá-la.


Ainda na barriga da mãe, Erika Jones, a pequena Abigail foi diagnosticada com síndrome de Down e um tumor cerebral. Ao nascer, a menina passou por uma ressonância magnética que mostrou que, devido ao tamanho do tumor, seria inviável fazer uma cirurgia para retirá-lo. E mais: o formato da massa tumoral tinha todos os indícios de que se tratava de um tipo maligno. A orientação dos médicos de Jacksonville, na Flórida, era a de que Erika e o marido, Stephen, levassem a filha para casa e a cobrissem de amor e carinho - e foi o que fizeram. Mas eles não desistiram!

Mesmo diante do prognóstico nada esperançoso, os pais de Abigail decidiram correr atrás de outras opiniões. Foi aí que entraram em contato com o renomado Hospital da Criança de Boston, também nos Estados Unidos. O caso da sua filha foi avaliado por especialistas da instituição, entre eles o neurocirurgião Alan R. Cohen, que analisou especificamente o exame de ressonância que a pequena fez ao nascer. "Eu pensei que o tumor, na verdade, não era maligno. Falei com a mãe de Abigail pelo telefone e disse que o diagnóstico que ela havia recebido era questionável e que a sua filha não deveria ter uma sentença de morte", disse Cohen ao canal de TV americano ABC News.

Depois dessa ligação, os Jones fizeram as malas e partiram para Boston. Lá, repetiram a ressonância magnética, que fortaleceu a suspeita de Alan Cohen de que o tumor seria, na verdade, benigno. Após fazer uma cirurgia, veio o diagnóstico certeiro: Abigail não tinha uma massa maligna. De acordo com o médico, tratava-se de um tumor extremamente raro, que imita o tipo canceroso. Com isso, a esperança de Erika e Stephen virou realidade: a sua filhinha não vai apenas sobreviver, como se desenvolver de maneira saudável.

"O que eu aprendi com tudo isso é que uma segunda opinião é sempre uma boa ideia. Especialmente se há alguma dúvida (...). Médicos são iguais a qualquer um de nós, tentam tomar as melhores decisões e fazer tudo certo. Mas todo mundo comete erros. Eu estou muito, muito feliz que o destino de Abigail não obedeceu ao que os doutores haviam dito", escreveu Erika Jones na página que criou para a filha no Facebook. Nós também estamos!

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/
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[Vídeo] O parto na água e suas vantagens

O parto na água é uma forma de parto em que a mãe fica dentro de uma banheira com água aquecida entre 36°C e 37°C, cobrindo toda a barriga. Nesse tipo de parto, o ambiente fica à meia luz e o pai ou acompanhante pode ficar dentro da banheira apoiando a futura mamãe.


Vantagens do parto na água para o bebê:

Esse tipo de parto é muito natural para o bebê, pois ele chega ao mundo envolvido pela água que está aquecida, assim como estava dentro do útero. Alguns médicos afirmam que esse tipo de parto é perigoso, pois a criança pode aspirar água, mas outros médicos rebatem essa afirmação dizendo que esse tipo de parto é seguro, e que o bebê, ao sair da barriga da mãe, ainda respira por cerca de 20 segundos através do cordão umbilical, até que seus pulmões se expandam e ele passe a respirar sozinho, não correndo o risco de se afogar.

Vantagens do parto na água para a futura mamãe:

O parto na água é muito vantajoso para a futura mamãe, pois a água morna causa aumento da irrigação sanguínea, diminuição da pressão arterial, além de relaxamento muscular, o que alivia as dores das contrações, facilitando a saída do bebê.

Comparando-se o parto na água com o parto normal, o primeiro costuma ser mais rápido e menos dolorido do que o segundo, além de ser mais tranquilo para o bebê.

É importante lembrar que esse tipo de parto não é recomendado em: trabalho de parto prematuro; sofrimento fetal; presença de mecônio; mulheres diabéticas; mulheres que apresentam sangramento; mulheres com doenças virais, como HIV positivo, hepatite B, herpes genital com lesão ativa; quando o bebê for muito grande; casos em que a mãe e o bebê precisam ser monitorados; etc.

No Brasil são poucos os hospitais que oferecem esse tipo de parto, mas em algumas cidades podem-se encontrar médicos e enfermeiras obstetras que fazem esse parto em casa. Não se esquecendo de que se a futura mamãe decidir por fazer esse parto em casa deverá ter a participação de uma equipe médica capacitada e também de uma ambulância com UTI para casos de emergência.

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Garoto de 4 anos nasce “grávido” de um feto morto, uma condição considerada extremamente rara



Um menino de quatro anos de idade, na Índia, nasceu aparentemente “grávido”, devido a uma condição extremamente rara.

O menino, da aldeia de Kharikabandh, nasceu com um feto dentro de seu abdômen, podendo ser por conta de uma condição conhecida como “fetus in fetu”, tão rara que afeta menos de 1 em 500.000 nascimentos, e há apenas 200 relatos nos registros médicos.

Na semana passada, o garoto começou a se queixar de fortes dores no estômago e foi levado ao hospital, onde os médicos acreditavam que ele poderia ter um tumor. Porém, eles ficaram chocados quando um ultrassom e uma tomografia computadorizada revelaram um feto "desenvolvido" morto em seu abdômen.

“O feto morto - que tinha mãos, pernas, unhas e uma cabeça parcialmente formada - foi retirado do corpo da criança depois de uma longa operação. O menino está bem, agora, mas ainda está sob observação”, disse o Dr. Shirshendu Giri, que executou a cirurgia para removê-lo.

Em 2012 um estudante de 11 anos foi internado em um hospital na China com um terceiro braço e um tórax em suas costas. Ele foi diagnosticado com ‘fetus in fetu’ gerado por um gêmeo idêntico que não conseguiu desenvolver e foi absorvido por seu corpo. A família não tinha dinheiro para ajudar a criança e por isso demorou tantos anos para pedirem ajuda médica.

“Feto in fetus” é uma condição extremamente rara em que um feto malformado é encontrado no corpo de seu irmão gêmeo. Durante os primeiros estágios da gravidez, se uma mulher está grávida de gêmeos, um dos fetos pode entrar no outro através do cordão umbilical. Lá, ele se torna um parasita, dependendo do corpo de seu irmão para a sobrevivência.

Normalmente, nascidos com a condição não sobrevivem após o nascimento, sendo considerado um risco grave à criança. O feto é encontrado no abdômen em 80% dos casos, embora existam relatos de casos em que ele apareceu no crânio.

Embora o diagnóstico esteja ganhando popularidade, a Organização Mundial de Saúde classificou "fetus in fetu" como uma variante de teratoma maduro, um tipo de câncer em que o tumor é bem desenvolvido.

Para preservar a imagem da criança, sua imagem não foi divulgada.

Fonte: Daily Mail Foto: Reprodução / Daily Mail
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